A necessidade de ser um país independente apareceu ainda no século 18. Primeiro por causa das altas taxas de impostos cobradas por Portugal. Depois porque, ao norte, os Estados Unidos já se declaravam independentes.
Quando Portugal percebeu a iminência da independência brasileira, mandou uma carta exigindo o imediato retorno de D. Pedro I. Isso aconteceu no dia 9 de janeiro.
Nessa mesma data, após ler a ordem de Lisboa, D. Pedro I respondeu: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico”. O dia ficou conhecido a partir de então como o “Dia do Fico”.
| Independência ou morte |
Em seguida uma série de medidas preparam o caminho para a independência do Brasil. O futuro imperador convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra e obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Além disso, determinou que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se", ou seja, sem sua aprovação.
D. Pedro I foi até Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento.
Ainda em viagem, o príncipe recebeu outra carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele. No caminho de Santos para São Paulo, próximo ao riacho do Ipiranga, D. Pedro I levantou a espada e gritou: "Independência ou Morte !"
Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro I foi declarado imperador do Brasil. |
| País de hoje |
Quase 200 anos depois, é a educação quem faz valer a história e a independência. Enquanto alguns dizem que tudo é balela e que, na verdade, a independência não passa de mito. A sala de aula mostra que o brasileiro não permanece conformado como naquela época.
O conhecimento estimula a crítica e liberta a mente. Ensinar e aprender são as duas únicas coisas que fazem lembrar o verdadeiro motivo de comemorar o dia 7 de setembro. |
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