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Já pensou em estudar História como se estivesse vivendo os fatos da época? Assim seria mais fácil aprender... você diria. Na verdade, já é desse jeito que o Colégio Morumbi Sul faz em sala de aula. Nas aulas de História do Brasil, uma vitrola de 1904 permite que os alunos do 9° ano interajam com o contexto social brasileiro no período entre Independência e República. |
Já pensou em estudar História como se estivesse vivendo os fatos da época? Assim seria mais fácil aprender... você diria. Na verdade, já é desse jeito que o Colégio Morumbi Sul faz em sala de aula. Nas aulas de História do Brasil, uma vitrola de 1904 permite que os alunos do 9° ano interajam com o contexto social brasileiro no período entre Independência e República.
História é uma disciplina vivo. Às vezes, o passado está tão perto que quase é possível tocá-lo. E os alunos entendem bem isso, afinal, tiveram que dar corda a manivela para que a vitrola funcionasse. “Contextualizar a disciplina é trabalhar o conteúdo com profundidade”, defende o professor de História Jesus Freire.
A vitrola pertenceu a família do educador, que ainda se emociona ao lembrar dos tempos em que o instrumento embalava as tarde de domingo. Trazer uma vitrola para escola parece comum. Mas não é quando o objetivo é identificar o perfil do homem e da sociedade da época estudada.
Segundo o professor Jesus Freire, a estratégia dá uma nova abordagem ao conteúdo curricular. “O estudante consegue ver a História por novos ângulos. Alguns até fazem comparações entre a vitrola a manivela e o prático equipamento de mp3”, descreve.
Os alunos aprovam a dinâmica das aulas. Para Mayara Monteiro, 14 anos, esse tipo de didática é a melhor. “Assim é mais fácil de entender”, afirma.
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